quinta-feira, 23 de junho de 2011

Quem é quem no Twitter? As 1001 utilidades do coco e o efeito cola na guerra entre Coca e Pepsi

O mundo no Twitter

Notícia publicada no blog All Twitter revela que somente 436 usuários da rede social em todo o mundo têm mais de um milhão de seguidores. A publicação destaca que o golfista taradão Tiger Woods, o comediante britânico Jimmy Carr e a cantora Beyoncé estão entre este seleto grupo. A matéria revela ainda que o ator Charlie Sheen demorou apenas 25 horas para atingir a marca – um verdadeiro recorde.

O Blog do Refri decidiu fazer sua própria pesquisa e descobriu que o apresentador Luciano Huck com 3.331.594 – todos os números verificados na quarta-feira (22 de junho) ao meio-dia – é o brasileiro mais seguido da rede social de microblog criada por Jack Dorsey. Em segundo vem Ivete Sangalo, com 2.820.495. Claudia Leitte, em terceiro, tem 2.096.398. O jornalista Marcelo Tas (1.645.389) deixou o colega William Bonner em quinto, com 1.631.736. Abaixo da marca de um milhão vem Angélica com 990.531 e logo atrás, Rubens Barrichello, com 987.096. Detalhe curioso: o presidente do Senado, José Sarney, tem apenas 884 seguidores mas a hashtag “Fora Sarney” tem a adesão de 10.825 pessoas.

No universo dos refrigerantes, a Coca-Cola lidera com 305.185 followers. A Dr. Pepper tem 44.448, a Pepsi tem 10.933 e a francesa Orangina, 1922 seguidores.

Do coco se aproveita tudo

Que a água de coco é uma delícia todo mundo sabe. Que é rica em potássio, fósforo, cálcio, sódio e magnésio, muitos imaginam. O que muitos desconhecem é que o descarte do coco representa, por exemplo, 70% do lixo recolhido nas praias do Rio de Janeiro e que demora dez anos para se desfazer na natureza.

Mas o que ninguém sabia mesmo era que a casca, já usada em peças de artesanato e na indústria automobilística, está sendo testada para a construção civil. No Rio de Janeiro, com o apoio da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb), a empresa Ouro Verde está fazendo pesquisas com 360 toneladas do produto. O projeto é da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

O efeito cola na guerra entre a Coca e a Pepsi

Esse não é um filme novo. Mas pode ser que você não tenha visto ainda. Para não quebrar a surpresa do final é melhor não revelar o nome do anunciante. É um comercial divertido que mostra como a guerra entre as colas pode ser interessante até mesmo para outros segmentos de mercado. O curioso é que nos padrões exigidos atualmente pela TV Globo – que cobra 30% pela superposição de uma marca - esse comercial de 30 segundos custaria 60% mais para o anunciante. Confira:


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