sábado, 22 de outubro de 2011

"Vamo" trabalhar, minha gente...


Coca-Cola terá trainees com bom salário e benefícios

A Coca-Cola FEMSA Brasil abre vagas e inscrições para o Programa de Trainees 2012, com oportunidades em São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Os candidatos, que tenham concluído o ensino superior nos últimos três anos em qualquer curso, podem concorrer. O salário dos trainees é de cerca de R$ 4,5 mil. Nada mal.

Os interessados devem ter disponibilidade para mudanças e viagens, além de ter inglês avançado. A língua espanhola - adicional - será muito considerada. Os selecionados começam a ralar em março de 2012, e terão benefícios como bolsa auxílio, 13º salário, assistência médica, seguro de vida, vale transporte e refeição, além de férias remuneradas e oportunidades de crescimento profissional.

Para se inscrever, basta entrar no site www.vagas.com/femsa.

McDonald's solta a voz

Não é só de Big Mac e refrigerante que vive o McDonald's. A empresa promove o maior concurso corporativo de canto do planeta. Isso mesmo. Além de vender sanduíches, os funcionários podem participar do Voice of McDonald's. Aos 19 anos, o paraense Giovane Oliveira, por exemplo, está entre os quatro campeões da etapa latino-americana do evento. Ele disputará a final mundial do concurso em Orlando, Estados Unidos, em abril de 2012.

Dois funcionários de Porto Rico - Lyam Soto e Will Joel Torres - e um argentino - Pablo Rojas - completam a lista. Eles e Giovane vão concorrer com outros 12 vencedores das demais regiões do mundo a um prêmio de US$ 25 mil para o campeão global.

Pensa que acabou a novela da Schin?

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) está analisando a venda do controle acionário da Schincariol para o grupo japonês Kirin, atendendo a pedido de vista protocolado pelo grupo minoritário Jadangil - que detém 49,55% da empresa paulista de refrigerantes e cervejas.

Os irmãos Schincariol - José Augusto, Daniela e Gilberto Schincariol Jr (daí o nome Jadangil) - alegam agora que a Kirin mantém parcerias com empresas concorrentes da Schin - como a Heineken e a Ambev. Nesse caso, alegam os irmãos, a empresa japonesa teria participação em mais de 90% do mercado cervejeiro do Brasil. Faz sentido...

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