terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O drama da Pepsi e a alegria da Coca...


CEO tenta reerguer refrigerante Pepsi

A PepsiCo admitiu que errou na estratégia adotada nos últimos cinco anos em investir num caminho mais saudável. A principal executiva da empresa, a indiana Indra Nooyi, deverá anunciar nos próximos dias uma revisão das operações que, equivocadamente, fizeram o principal produto da empresa – o refrigerante Pepsi – cair no ranking norte-americano de refrigerantes do segundo para o terceiro lugar, superado pela Diet Coke.

A queda da linha de bebidas não comprometeu, no entanto, o setor de alimentos, que avançou graças a diversas aquisições. Analistas acham que as operações de bebidas e alimentos valeriam mais separadamente. Entre 2008 e 2010, nos Estados Unidos, as ações da Coca-Cola subiram 50% enquanto as da Pepsi não passaram de um ligeiro avanço: 2%. E como a corda sempre arrebenta do lado mais fraco, a empresa deve demitir milhares de funcionários para proteger os lucros.

Super Bowl dá show de publicidade

A vitória do New York Giants sobre o Boston Patriots marcou a 46ª edição do Super Bowl – a grande final do futebol americano que, simplesmente, parou os Estados Unidos. O evento gerou cerca de US$ 250 milhões em receita publicitária na TV NBC – que detém os direitos de transmissão da partida. Acredita-se que 111 milhões de pessoas assistiram ao jogo.

Comparável a uma Copa do Mundo com o Brasil na final – para nós – o Super Bowl provoca efeitos econômicos em cascata. Mais de 5 milhões de pessoas adquiriram novos televisores especialmente para o Super Bowl. Calcula-se que o consumo envolvido com a grande final atinja a marca de US$ 11 bilhões – incluindo alimentos, bebidas, turismo, hotelaria e acessórios.

Entre os filmes exibidos, ao preço de US$ 3,5 milhões para cada 30 segundos na TV, está este: "The catch" da Coca-Cola. O desenho animado faz alusão explícita ao jogo de futebol americano. Confira:

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