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quinta-feira, 16 de maio de 2019

Coca-Cola é a marca mais escolhida do mundo pelo sétimo ano consecutivo. Pepsi aparece em sexto.


Clube dos bilionário$

Dezessete marcas globais foram escolhidas nas prateleiras mais de um bilhão de vezes em 2018 e, juntamente com 14 marcas locais da China e da Índia, fazem parte de um ‘clube de bilionários’. O ranking do relatório Brand Footprint mensura as marcas compradas por mais consumidores e com maior frequência. Globalmente, a Coca-Cola é a marca mais escolhida do mundo, eleita nas prateleiras 5,9 bilhões de vezes em um ano. 

No ranking das 17 bilionárias globais, a Pepsi aparece em sexto (superada pela Colgate, Maggi, Lifebuoy e Lay’s) e o Sprite, em décimo sétimo. 

No entanto, os brands locais nos mercados chinês e indiano já representam 64,8% de todas as escolhidas, contra 35,2% das marcas globais de consumo massivo - um ganho de participação de 0,3% – que é uma desaceleração em comparação ao aumento de 0,5% em 2017. 

Pelo sétimo ano consecutivo, a Coca-Cola continua sendo a marca mais escolhida do mundo. Já a Colgate é a segunda marca mais escolhida globalmente e é a única marca comprada por mais da metade de todos os domicílios ao redor do planeta — com uma penetração de 60,5%, globalmente.

O estudo anual Brand Footprint da Kantar se baseia na medição de 72% da população mundial; um total de um bilhão de domicílios em 49 países em cinco continentes – cobrindo 85% do PIB mundial. Como parte do estudo, a Divisão Worldpanel audita mais de 21.400 marcas nas cestas de bebidas, alimentos, laticínios, saúde & beleza e cuidados com o lar.

O ranking anual da Kantar das 50 marcas de produtos de consumo massivo mais escolhidas do mundo revela quais marcas estão tendo êxito global, e oferece insights para ajudar as marcas de consumo massivo a definirem metas globais com maior precisão e melhorarem o crescimento global de seus negócios.

A publicação Brand Footprint é uma iniciativa da Kantar - líder global em dados, insights e consultoria - e o ranking é criado em colaboração com a GfK na África do Sul, Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Hungria, Itália, Polônia, República Tcheca, Rússia e Suécia, com a IRI nos EUA, com a Intage no Japão e com a CTR na China. 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Pepsi deixa a Zona Franca da Manaus e demite 51



Bye bye, Manaus!

A Pepsi anunciou esta semana o fechamento de sua fábrica de xarope e concentrado de refrigerantes instalada na Zona Franca de Manaus. A medida é resultado da queda de braço estabelecida entre o Governo e outras companhias também podem deixar a região – desmantelando o potencial econômico do segmento na Amazônia.

A tomada de decisão da fabricante sacrificou o emprego de 51 profissionais e ocorre depois de o Planalto reduzir os incentivos fiscais do setor. A Zona Franca concede incentivos para que as indústrias do segmento produzam concentrados na região. O Governo Temer, no entanto, reduziu o valor de créditos de IPI de 20% do valor que seria pago para 4% para compensar os gastos com o subsídio do óleo diesel, após a greve dos caminhoneiros. 

Além disso, o setor percebeu a intenção do Governo em deixar a solução do problema para a gestão Bolsonaro - que assume em janeiro – e, sabidamente, não simpatiza com a ideia de dar benefícios ao segmento. Além da Pepsi, também gigantes como a Coca-Cola, Ambev e Heineken mantêm unidades na região.

A Pepsi ressaltou em nota que o fechamento da unidade na Amazônia não afetará as outras operações no país - onde a companhia já está presente há 65 anos e persegue um crescimento de longo prazo.

domingo, 25 de março de 2018

Comercial da Brahma erra em reconstituição histórica confundindo o torcedor brasileiro


Imagem de frame do comercial para Divulgação

\o/ Veja o filme aqui! \o/


Na busca por visibilidade durante a próxima Copa do Mundo da Rússia, a cervejaria Brahma lançou uma edição especial de rótulos de garrafas das edições da competição vencidas pelo Brasil. Um filme comercial já é exibido na TV apelando para a memória afetiva do consumidor. Acontece que a linha do tempo traçada pelo roteiro erra feio na reconstituição histórica.

Como se sabe, o Brasil é pentacampeão mundial e venceu em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002. No filme, a Copa de 62, por exemplo, que foi disputada no Chile, é mostrada como se tivesse sido transmitida pela TV em preto e branco. Na verdade, naquele ano, o Brasil ainda não contava com transmissão por satélite (e nem contaria em 66, na Copa da Inglaterra). Os brasileiros “viram” a Copa de 62 ouvindo o rádio.

Mas ainda tem mais. Um segundo erro. Na Copa de 70, os figurantes-torcedores do comercial aparecem diante de uma TV em cores quando, na verdade, a transmissão via satélite, para todos os lares brasileiros, foi em preto e branco. O sistema colorido somente chegaria ao país em fevereiro de 72.

A título de informação, a transmissão da Copa de 70 pela TV teve a inconfundível narração do locutor esportivo Geraldo José de Almeida - o “Galvão Bueno” da época. Faltou pesquisa e informação ao departamento de criação, à produção, ao atendimento e, acredite, ao cliente que aprovou a peça.

Alguém irá lembrar que este blog trata apenas de bebidas não alcoólicas. Mas o fato é que a Brahma (leia-se Ambev ou AB InBev) ainda responde pelas marcas Sukita, Pepsi, Do Bem e do energético Fusion. A empresa fabricou ainda o Guaraná Brahma (descontinuado em 2001), o Limão Brahma (cuja produção foi interrompida em 2004), entre outras marcas.