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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Pepsi deixa a Zona Franca da Manaus e demite 51



Bye bye, Manaus!

A Pepsi anunciou esta semana o fechamento de sua fábrica de xarope e concentrado de refrigerantes instalada na Zona Franca de Manaus. A medida é resultado da queda de braço estabelecida entre o Governo e outras companhias também podem deixar a região – desmantelando o potencial econômico do segmento na Amazônia.

A tomada de decisão da fabricante sacrificou o emprego de 51 profissionais e ocorre depois de o Planalto reduzir os incentivos fiscais do setor. A Zona Franca concede incentivos para que as indústrias do segmento produzam concentrados na região. O Governo Temer, no entanto, reduziu o valor de créditos de IPI de 20% do valor que seria pago para 4% para compensar os gastos com o subsídio do óleo diesel, após a greve dos caminhoneiros. 

Além disso, o setor percebeu a intenção do Governo em deixar a solução do problema para a gestão Bolsonaro - que assume em janeiro – e, sabidamente, não simpatiza com a ideia de dar benefícios ao segmento. Além da Pepsi, também gigantes como a Coca-Cola, Ambev e Heineken mantêm unidades na região.

A Pepsi ressaltou em nota que o fechamento da unidade na Amazônia não afetará as outras operações no país - onde a companhia já está presente há 65 anos e persegue um crescimento de longo prazo.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Governo reduz o IPI sobre extratos de frutas usadas em bebidas: guaraná e açaí estão no pacote



Vai um suquinho?
Será retomada a redução das alíquotas do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) incidentes sobre extratos concentrados de sementes de guaraná, de açaí e sucos de frutas destinados à elaboração de refrigerantes e refrescos. A determinação faz parte do Decreto 8.017 publicado na segunda-feira (20 de maio) no Diário Oficial da União.

Os benefícios foram concedidos em 2011, por meio do Decreto nº 7.660. No entanto, a redução da isenção foi extinta em 1º de outubro de 2012. Segundo a publicação O extrato de guaraná terá redução de 50% e nos usados na elaboração de refrigerantes que contenham suco de fruta será de 25%.

A publicação de hoje retoma a alíquota menor aos produtores que comprovarem o padrão do produto. O texto especifica que ficam “reduzidas as alíquotas do IPI relativas aos refrigerantes e refrescos classificados no código 2202.10.00, desde que atendam aos padrões de identidade e qualidade exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e estejam registrados no órgão competente”.

domingo, 24 de junho de 2012


O pulo do Gatorade
Líder no segmento de bebidas esportivas no Brasil, a Gatorade está ampliando seu portfolio de produtos no mercado local. Agora, além das versões de Gatorade já conhecidas, a empresa passa a comercializar a linha G Series, importada, que contém três produtos: Prime, para ser consumido 15 minutos antes da atividade esportiva; Perform, a versão tradicional do produto, que as pessoas bebem durante o treino; e Recover, com consumo recomendado após o treino ou jogo.

Com o Prime, vendido em sachês de 118 ml, o atleta ingere carboidratos que preparam o corpo para o exercício. Já o Perform repõe líquidos e eletrólitos mantendo o consumo de energia do corpo. Por fim, Recover combina proteínas e carboidratos que restauram os “fluidos corporais, reconstruindo os músculos e repondo o estoque de glicogênio muscular”.
Para comercializar os novos produtos, além dos canais tradicionais (supermercados etc.) e os chamados “pontos de suor”, ou seja, academias de ginástica e espaços afins, a Gatorade entrará em lojas de artigos esportivos, de suplementos nutricionais e farmácias. Para divulgar as novidades, a marca continuará apostando na presença forte em eventos. O próximo será a Maratona do Rio de Janeiro, que acontecerá dia oito de julho.
Hoje, a Gatorade patrocina 43 clubes de futebol do Brasil - que chama de “parceria técnica”. Além disso, investe, ainda que em menor escala, em equipes de vôlei e basquete.

Vai sobrar pro seu bolso
O Diário Oficial da União – cuja sigla é DOU mas não dá nada pra ninguém – publicou decreto alterando a tabela de incidência de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as bebidas frias – cerveja, água, refrigerante, chá, suco, energético e isotônico – a partir de 1º de outubro deste ano.
A indústria não será capaz de absorver o aumento da carga tributária, o que certamente levará o varejo a repassar para o consumidor o aumento integral. Em outras palavras: quem vai pagar a conta será você – que está diante da tela lendo o Blog do Refri. O setor foi surpreendido com a revogação do subsídio de 50% no IPI concedido pela Receita Federal aos refrigerantes que têm suco natural como base, assunto não tratado em momento algum com o setor. Os pequenos fabricantes serão os mais atingidos – confirmando a máxima de que a corda sempre arrebenta do lado mais fraco.
O Governo está compensando as desonerações de outros setores da economia – como o automobilístico - com a medida. Em 2010, o setor de não alcoólicos produziu 24,6 bilhões de litros, faturou R$ 78,7 bilhões, pagou R$ 10,8 bilhões em impostos nas esferas estadual e federal e gerou 57 mil empregos diretos e 4 milhões indiretos na cadeia de comercialização. Os dados são da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes (Abir).

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Nem sempre as notícias são boas...


Uma garrafa no meio da buraqueira

Quem chegar à cidade com a pior pavimentação do país – é claro que estamos falando do Rio de Janeiro – não verá somente os buracos do prefeito Eduardo Paes. Assim que deixar o Aeroporto Internacional Tom Jobim, quem vier participar da Rio+20 verá um outdoor – de seis metros de altura – com uma enorme garrafa feita de PET. A criação é da DPZ. 

Sabor artificial vai voltar

A publicitária Renata Castelar – da agência Estúdio Ideia – alertou o blog para este assunto. A presidente Dilma Rousseff acaba de revogar a lei, de 1974, que obrigava os fabricantes de refrigerantes nos sabores uva, limão, laranja e maracujá a incluir suco natural da fruta em suas fórmulas. 

Se a iniciativa parece estranha, o motivo é absurdo. Durante esse período de 38 anos, as empresas pagavam metade do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O pedido foi feito pela Receita Federal que – há muito tempo – estava de olho nessa bufunfa. Que se dane o estômago do povão. O que importa é o bolso do Leão...

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Preço de sucos e refrigerantes pode baixar e o clipe que mudou a vida de três estudantes!


Será que vai baixar o preço do suco e do guaraná?

Vem aí uma redução de imposto para os produtos que contenham suco de frutas ou extrato de guaraná em suas fórmulas. Mas não se sabe ainda se isso vai beneficiar o consumidor. A Receita Federal publicou instrução normativa reduzindo em 50% o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os itens com estas características.

As empresas devem manter à disposição do Fisco os documentos que comprovem o uso de suco de frutas ou extrato de semente do fruto amazônico para obter a redução do imposto. Logo depois da crise econômica mundial 2008/09, o Governo reduziu o IPI dos automóveis e o preço dos carros baixou consideravelmente. Será que nossos sucos e refrigerantes vão ficar mais baratos?

Uma câmera na mão e uma lata na cabeça

O mais recente sucesso do YouTube são duas estudantes que fizeram um vídeo-paródia para decorar fórmulas geométricas (foto acima). Travestidas de Lady Gaga e Beyoncé, as baianas de Itabuna - Mariana Rosas e Paula Lavinscky - mexeram na letra do sucesso “Telephone” e já têm 300 mil acessos - audiência surpreendente para quem fazia apenas um trabalho de escola.

As estudantes de 16 anos aparecem com os cabelos enrolados em latas de refrigerantes em clipe dirigido pelo colega de sala Spartakus Santiago, de 17 anos. A letra da música de “Lady Rosas e Pauloncé” ensina a decorar fórmulas dificílimas como a área do cone, do cilindro e da pirâmide entre outras coisas: excelente para a galera do Enem e do Vestibular. A produção e edição do vídeo duraram apenas três dias. Diante do sucesso do clipe, Spartakus está pensando em desistir de prestar exames para Direito e optar por Publicidade e Propaganda. A “Lady Gaga” Mariana já está pensando em Teatro. “Beyoncé” Paula prefere mesmo Arquitetura ou Engenharia.

Confira o clipe em http://www.youtube.com/watch?v=WofecMPc2DQ

sábado, 19 de março de 2011

TV Globo x TV Record: briga de cachorro grande!

E ainda dizem que cão que ladra não morde

Na imagem acima, a síntese desta história: dois cães ferozes disputam um disco amarelo. As TVs Globo e Record brigam pela transmissão dos jogos do Brasileirão a partir de 2012. Diante do avanço da TV Globo – que já teria firmado acordos com onze ou doze clubes, a Record decidiu mostrar os dentes: resolveu abrir o jogo. A emissora do Macedo ofereceu R$ 100 milhões para Flamengo e o mesmo tanto para o Corinthians. Em comunicado, a Record anunciou ainda que o valor total pode chegar a R$ 1 bilhão por cinco anos de futebol. A proposta da emissora do Jardim Botânico – que tem a Coca-cola entre seus patrocinadores - foi superior: R$ 110 milhões, mas com a desvantagem de cobrir todas as plataformas - TV aberta e fechada, internet, pay per view e celular – tirando dos clubes a chance de arrecadar com outras vendas.

Sabidas as cifras oferecidas pelas TVs ao Mengão e ao Curingão, outros clubes – como Vasco e Palmeiras – não estão dispostos a aceitar valor menor. Ou, seja, uma confusão danada. Isso sem falar dos times que ainda integram o “finado” Clube dos Treze – como Atlético Mineiro e São Paulo – que não sabem para onde vão. O impasse está criado. Pelo jeito que a coisa vai, o torcedor corre o risco de torcer por seus times em modalidades menos apaixonantes, como basquete, vôlei ou quem sabe até, jogo de botão. Nosso palpite é que isso vai sair dos gramados e parar no tapetão.

Esse blog tá ficando muito besta

Conforme antecipamos aqui ainda no dia 10 deste mês – a gente se acha! - os preços da cerveja, do refrigerante e da água mineral deverão subir 10% em dois meses. Isso porque o Ministério da Fazenda – leia-se Guido Mantega - não aceitou a proposta do setor de manter os preços de referência, não reajustados desde 2009. Na ocasião, o governo manteve os preços para estimular a produção de bebidas durante a crise econômica.

O ministro aceitou reunir-se com representantes do setor mas não se convenceu com a proposta dos fabricantes para conter o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A equipe econômica não se sensibilizou com a proposta do setor de investir R$ 7,7 bilhões este ano e criar 60 mil empregos.

Resumo da ópera: com já dissemos antes, sabe quem vai pagar o imposto? Você! É. Não adianta disfarçar. É você aí que está diante da tela. Isso, você mesmo.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Deputada dá um tiro no pé


E Shopping Tijuca desrespeita consumidor

Beber um refrigerante ou uma cerveja num shopping center no Rio de Janeiro ficou muito mais caro desde que a deputada Cidinha Campos - não se sabe se por inocência ou por incompetência - criou a lei 5.862/11 que, na essência, obrigaria os estabelecimentos comerciais a cobrar tarifas mais baratas
equivalentes aos menores períodos de tempo gastos nos estacionamentos. O que a nobre parlamentar não previu era que os shoppings criariam um artifício que - literalmente - tornaria muito mais caro o estacionamento. Um verdadeiro tiro no pé que ela não conseguiu solucionar até agora - e nem vai. E o consumidor passou a pagar verdadeiras fortunas para deixar seu carro numa vaga para "gastar dinheiro" no shopping.

Até aí tudo bem. Ou tudo mal. O certo é que tal situação tornou mais arrogantes e poderosos os estabelecimentos. Na noite desta quarta-feira, por exemplo, no Shopping Tijuca, na zona Norte da cidade uma fila enorme se formou porque os cobradores não tinham troco - fato que, por si só, aumentava o tempo de espera enquanto o "taxímetro" corria solto contra todos os clientes. Um verdadeiro assalto! Um dos consumidores entregou ao caixa uma nota de R$ 10 para pagar o estacionamento no valor de R$ 6,50. Na falta de troco, o atendente virou-se para o cliente - devolvendo o dinheiro e o cartão - e desferiu a frase "se vira, não tenho troco". Não deu outra: confusão na certa. O cliente - no seu pleno direito - exigiu o troco imediatamente. Diante da postura debochada do atendente, o tempo fechou!

Logo logo apareceu um saco de moedas cheio de troco. Quando o Shopping Tijuca - ou qualquer outro - tratar você com esse descaso, faça o mesmo: feche o tempo. Somente assim eles resolvem rapidinho. Uma pergunta que não quer calar: de que lado a deputada está?


Governo aumenta imposto de refrigerantes e águas

Vem aí um decreto do Governo que deverá elevar a carga tributária do setor de bebidas frias - águas, cervejas, energéticos, refrescos e refrigerantes já em 2011. A mordida virá pelo PIS/Cofins e pelo Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). As empresas protestam mas o Governo alega que - mesmo sem aumentar impostos há dois anos - as bebidas ficaram mais caras no mesmo período. Adivinha do bolso de quem virá a grana para fechar essa conta?