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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Não dá pra falar da Coca-Cola sem citar a Pepsi !!! Nem fofocar da Pepsi sem lembrar da Coca-Cola!!!


O outdoor vivo da Coca-Cola

A filial filipina da Coca-Cola lançou um outdoor de 60 metros quadrados coberto por 3.600 potes de plantas de chá do tipo Fukien. Não bastasse o inusitado da ideia, as mudas ainda têm a capacidade de absorver a poluição do ar. Cada planta pode diluir até 13 quilos de dióxido de carbono por ano, diminuindo a poluição nas áreas próximas ao outdoor.

As plantas estão contidas em velhas garrafas do produto. Para mostrar que a coisa é mesmo civilizada – e totalmente identificada com o conceito “Viva positivamente” - foi instalado um sistema de irrigação por gotejamento, que possibilita economia de água e fertilizantes, permitindo ainda que a água saia lentamente para as raízes das plantas, por meio de uma rede de válvulas.

Executiva da Pepsi defende diversificação

Embora seja uma inveterada consumidora da latinha azul do carro-chefe da empresa, a toda poderosa da PepsiCo faz pressão pela expansão da carteira de produtos além do horizonte de refrigerantes. Em entrevista ao The Wall Street Journal, Indra Nooyi nega críticas dos engarrafadores de que tenha negligenciado o principal produto da companhia para diversificar o portfólio e privilegiar o setor de alimentos e também o de sucos.

O fato é que a Pepsi está lançando, nos Estados Unidos, sua primeira campanha publicitária em três anos: “Summer Time is Pepsi Time”. De lá para cá, a marca simplesmente caiu para o terceiro lugar do ranking dos refrigerantes – ficando atrás da Coca-Cola e da Diet Coke. Essa a executiva indiana teve de engolir.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A gente come e depois se arrepende...


Gosta de queijo? Então coma papel!

Não se ofenda com o título. Guarde sua indignação para o fato de que a indústria de alimentos está colocando celulose no queijo que você come. Matéria da jornalista Sarah Nassauer, do The Wall Street Journal, traduzida e publicada no Valor, torna público o que as indústrias já fazem há anos em produtos como queijos, pães e sorvetes. Os aditivos de celulose pertencem a uma família de substâncias estabilizantes conhecidas como hidrocolóides que interagem com determinados produtos, dando-lhes consistência – diminuindo a necessidade do uso de óleos e farinhas. Pelo que diz a matéria, todos os queijos levam celulose – para ficarem mais durinhos e consistentes (!) Qualquer dia vamos escrever neles!!!

Segundo a matéria, empresas como a Tyson Foods (multimarcas que produz carnes, frangos e as marcas Swift e Vigor), a Nestlé (de rações, sorvetes, leites, cereais, e as marcas de água Perrier, São Lourenço e Petrópolis), a Hershey’s (de achocolatados e chocolates), a Kraft (de chocolates, biscoitos, balas, queijos e as bebidas Tang, Fresh e Clight) e a Organic Valley (de queijos, manteigas, sucos de laranja e leites) utilizam a celulose. O estabilizante aparece nos rótulos dos produtos com a sigla CMC (celulose microcristalina), e ainda com os nomes Gel de Celulose ou Carboximetil Celulose. Como as letras são pequeninas e nunca sabemos o que tais nomes significam... a gente engole.

O pó de celulose é produzido pelo cozimento da fibra vegetal – mas pode chamar de “madeira” que ela atende. Os fabricantes afirmam que a celulose é mais barata que as farinhas. Nutricionistas citados na matéria alegam que a celulose é inofensiva. Então tá então...

Página policial (com direito ao jargão)

Policiais do Rio de Janeiro “lograram êxito” na prisão de dois “elementos” que desviaram 1.800 litros de água mineral destinados à doação para as vítimas da tragédia na Região Serrana do Rio de Janeiro e desviados da Cruz Vermelha. O produto era vendido por um funcionário da instituição, conhecido com Valério, por R$ 0,50.

As garrafas eram revendidas pelo “meliante” Wagner Willian Almeida de Souza por R$ 1 para mercearias, mercadinhos e outros estabelecimentos. O depósito do produto foi localizado em São João Meriti, na região metropolitana do Rio de Janeiro, na casa de Wagner. Ele será autuado pelo crime de receptação.