
Salgadinho da PepsiCo vai ficar mais adulto
Com a informação de que a maior parte da população brasileira – a adulta - consome 65% menos salgadinhos do que crianças e jovens, a PepsiCo lançou estratégia de reposicionamento da linha de salgadinhos Sensações para conquistar aquele público. A informação foi dada pelo coleguinha Guilherme Barros do IG. A expectativa é crescer 13% o volume de vendas da linha em 2011 em relação ao ano passado e ampliar a participação (share) no mercado de salgadinhos.
Hoje, as linhas de salgadinhos líderes de mercado como Cheetos, Fandangos e Ruffles – todas da PepsiCo – têm como público-alvo crianças e jovens de até 25 anos. A marca Sensações vai receber sabores mais elaborados e saudáveis, como a linha de salgadinhos assados que utiliza óleo de girassol, reduzindo em 70% a gordura saturada do produto.
Pepsi também mostra o seu balanço
Poucos dias depois de a Coca-Cola ter anunciado que teve no primeiro trimestre do ano US$ 1,9 bilhão de lucro líquido - superando em 18% o valor global atingido no trimestre anterior - a PepsiCo, segundo maior fabricante de refrigerantes do mundo, anunciou nesta quinta-feira que no primeiro trimestre deste ano ganhou US$ 1,143 bilhão, 20% menos que no mesmo período em 2010. A informação é da agência de notícias EFE. Em nível mundial, o volume de seu negócio de produtos para aperitivos aumentou 3% e o de bebidas 12%.
Em comunicado, o fabricante de marcas como Pepsi e Elma Chips, informou que, no entanto, seu volume de vendas e receitas "cresceu no primeiro trimestre devido ao aumento do negócio em nível mundial de aperitivos e bebidas, assim como pela aquisição de uma engarrafadora". A toda-poderosa da empresa, a indiana Indra Nooyi, declarou por meio de comunicado que "o crescimento registrado nos mercados emergentes foi sólido, especialmente pelos lucros no Leste Europeu, Ásia e o Oriente Médio".
Na América Latina, os melhores desempenhos ficaram por conta de México e Argentina, enquanto no Brasil o setor de aperitivos cresceu 12%. Na Europa, o segmento também sentiu o gostinho do crescimento com 6% e o de bebidas orgânicas de 8% ,liderado pela Rússia e Turquia, assim como na Alemanha e Reino Unido.