Mostrando postagens com marcador The Economist. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador The Economist. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Do refrigerante ao sanduíche: tudo é assunto...


Sprite define trilha sonora após concurso

Com quase três milhões de votos, o paulista Lucas Gabriel Domingues ganhou o concurso cultural de Sprite e terá o seu trabalho mixado ao novo comercial do produto que estreia em fevereiro. Segundo a Exame, a composição “Mandando Bem nas Ideias” foi a vencedora da promoção lançada pela marca em outubro de 2011, quando a bebida levou ao ar um vídeo sem música.

A escolha da trilha de Lucas teve o aval do rapper Emicida, A trilha sonora já pode ser acessada no site da Sprite e os autores das 30 composições mais votadas pelo público ganharam um Xbox com Kinect. A ação teve o objetivo de estimular a interação dos jovens com a marca e reforçar a plataforma “Refresque as suas ideias” para todos os consumidores.

Poder de consumo medido por um sanduíche

O índice “Big Mac” – criado pela revista britânica “The Economist” para comparar o poder de compra das diversas moedas do planeta – aponta que o Real estaria com uma sobrevalorização de 35% em relação ao dólar. Segundo a publicação, o sanduíche da rede de fast food no Brasil é o quarto mais caro, em dólares, entre os 44 países pesquisados, a US$ 5,68, atrás somente do preço cobrado na Suíça (US$ 6,81), Noruega (US$ 6,79) e Suécia (US$ 5,91).

Presente em mais de 120 países, o produto tornou-se um símbolo de consumo e é considerado um termômetro eficaz para avaliar quanto o consumidor de cada local pode comprar. Em vez de adotar uma cesta de bens para cada país, a revista elegeu o “sanduba” para indicar se uma moeda está sub ou sobrevalorizada. Considerando que o sanduíche é vendido a US$ 4,20 nos Estados Unidos, a cotação do dólar no Brasil deveria ser de R$ 2,44. A moeda, no entanto, terminou o dia vendida a R$ 1,77.

Entre os países pesquisados, o sanduíche mais barato pode ser comprado na Índia, onde US$ 1,62, o que aponta uma desvalorização de 60% da rúpia em relação ao dólar. A revista destaca, no entanto, que o Big Mac – feito com carne bovina, não é vendido no país. A comparação é feita então usando o Maharaja Mac, feito de frango.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Coca-Cola e Big Mac são indicadores econômicos


O mercado de refrigerantes é um importante termômetro do comportamento do consumidor. No Brasil, a empresa Nielsen municia as fabricantes e também o mercado com dados sobre o volume do consumo de refrigerantes. Os africanos compram 36 bilhões de garrafas de Coca-Cola por ano. Como o preço por lá é muito baixo — cerca de US$ 0,20 a US$ 0,30 a garrafa e as vendas são minuciosamente analisadas pela empresa - o refrigerante é um dos principais indicadores de estabilidade e prosperidade daquele continente. Na África desde 1928, a Coca-Cola afirma que é a maior empregadora do setor privado no continente. O sistema de distribuição da empresa emprega cerca de um milhão de africanos. Um estudo da Universidade da Carolina do Sul revelou que 1% da economia da África do Sul está ligada à distribuição e venda do refrigerante.

Criado pela revista The Economist, em 1986, o índice Big Mac serve para mostrar quais moedas estão mais ou menos valorizadas. O curioso indicador – calculado em mais de cem países - é baseado na teoria da paridade de compra deste produto, o sanduíche que é o carro-chefe da rede de lanchonetes mais popular do mundo. Segundo os números, a moeda mais valorizada em relação ao dólar é o dólar norueguês. Na Noruega, o preço de um Big Mac é de US$ 7, contra os US$ 1,83 da economia chinesa - que trabalha com o desvalorizado yuan. Em Chicago, trabalha-se pouco mais de dez minutos para se comprar um Big Mac. Em Nairobi, para levar o sanduíche até o estômago é preciso trabalhar quase três horas, mais precisamente 160 minutos.

No Brasil, o produto custa U$ 3,70, mais caro que no Reino Unido, Estados Unidos e Japão. O princípio é que os procedimentos operacionais da cadeia de fast food são os mesmos em todos os países em operação, inclusive a margem de contribuição por produto.