Mostrando postagens com marcador Forbes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Forbes. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de março de 2011

Veja aqui se você está entre os mais ricos...

Mais um brasileiro na lista dos bilionários da Forbes

Um dos controladores da Ambev – o brasileiro Jorge Paulo Lemann é agora o 55º bilionário da lista dos cheios de bufunfa da revista Forbes. O patrimônio estimado do novo integrante do “clube” é de US$ 13,3 – o equivalente a R$ 22,07 bilhões no câmbio desta quinta-feira. Convenhamos: isso não é um patrimônio estimado mas um “estimado patrimônio”. São 30 os brasileiros com mais de US$ 1 bilhão.

O homem mais rico do planeta continua sendo o magnata mexicano Carlos Slim, com US$ 74 bilhões – ou R$ 122,79 bilhões. Definitivamente não carece de um Bolsa-Família. Outro que não pode reclamar – pois tem juventude e dinheiro – é Mark Zuckerberg, 52º da lista, com o equivalente a R$ 22,40 bi. O oitavo da lista, com R$ 49,78 bi é o brasileiro Eike Baptista.

Rede social e guerrilha para energético e refrigerante

A Espalhe Marketing de Guerrilha vai cuidar da conta do energético da Ambev, o Fusion Energy Drink. Além de manter e ativar a marca nas redes sociais, com fan pages no Twitter e Facebook, a Espalhe vai, literalmente, “espalhar” o boca a boca e elaborar ações para aproximar o produto do consumidor. É infinito o universo do marketing de guerrilha. Pode acreditar. Já a Riot vai gerir os canais sociais da Pepsi em 2011. Logo de saída, a agência colocou o comercial que conta com a participação do ator Cauã Reymond na fan page do Facebook.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Coca-Cola, enquete e kiwi




Para Interbrand marca mais valiosa é a Coca-Cola

Além dos rankings famosos como os produzidos pela revista Forbes e pela consultoria de marcas Milward Brown, também a consultoria Interbrand faz a sua avaliação de marcas mundiais. E pelos seus critérios, a Coca-Cola foi eleita a mais valiosa do mundo - US$ 70,452 bilhões – ficando à frente da IBM, Microsoft, Google, GE, McDonald’s, Intel, Nokia, Disney e HP, as dez maiores em 2010. Isso significa dizer que a marca do fabricante vale mais que todo o seu patrimônio - fábricas, veículos etc - em todo o mundo. Entre os destaques desta edição estão o crescimento de 37% da marca Apple - avaliada em US$ 21,143 bilhões - em 17º lugar. Já a Harley Davidson foi a que apresentou a maior queda, 24%. Entre as marcas mundiais que aparecem pela primeira vez na lista estão a Sprite, em 61º lugar. Nenhuma marca brasileira está no ranking.

Tem enquete no ar: participe

Estamos pensando – no plural sempre impressiona mais - em alterar a cara do blog. Mas antes queríamos (!) saber sua opinião. A partir de suas impressões partiremos (...) ou não para algumas mudanças. Participe da enquete bem aí ao lado, ok?

Down Under

Brasileiros na Nova Zelândia estão lendo o Blog do Refri. A terra do Kiwi – não a fruta mas o pássaro – está lá do outro lado do mundo mas tão perto apesar dos quase 18 mil quilômetros de distância.

Amanhã tem um comercial imperdível aqui pra matar saudades!!!


No Twitter: @BlogdoRefri



domingo, 1 de agosto de 2010

Consumidor gay já tem sua bebida


Consumidor tem mais renda que heterossexual

Um rótulo cor-de-rosa decorado por um arco-íris é a embalagem da primeira bebida voltada para o público gay – ou GLBT – para ser politicamente correto. Fabricante de Guaravita e Guaraviton entre outros, a empresa carioca Viton 44 tem o GuaraGay na sua carteira de produtos. Segundo os dirigentes da empresa a marca tem o objetivo de atingir este público específico obtendo grande vendagem em eventos como a Parada Gay de São Paulo.

Oficial reformado do Exército, o empresário carioca Neville Proa criou o GuaraGay com o mesmo sabor do Guaravita mas com o rótulo próprio. A fábrica de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ocupa uma área de 35 mil m² e emprega 320 pessoas. Dez milhões de copos de Guaravita e 1,5 milhão de garrafas de Guaraviton saem deste endereço todos os meses.

É importante lembrar que 10% da população brasileira, cerca de 18 milhões, são homossexuais. Por não terem esposas ou filhos – embora esta não seja uma regra geral – eles dispõem de mais dinheiro para gastar que os heterossexuais – cerca de 30% a mais. 36% deles estão na classe A e 47% na classe B, 57% têm nível superior e 40% têm o ensino médio. Os dados são do Bureau de Negócios GLS, do empresário paulista Franco Reinaudo, sócio da Álibi Turismo. Além de bebida e operadora de turismo, diversos planos de saúde, seguro, hotéis, instituições financeiras, empresas aéreas, incorporadores de imóveis entre outros estão atentos a esse mercado consumidor.

Apple, Microsoft e Coca-Cola: marcas mais valiosas

A revista Forbes acaba de lançar o ranking das marcas mais valiosas do mundo. No topo desta lista ficou a Apple – do Mac, do iPod e iPhone – avaliada em US$ 57,4 bilhões. Em segundo vem a Microsoft – US$ 56,6 bilhões. A marca Coca-Cola vem em terceiro valendo US$ 55,4 bilhões. Curiosidade é que a marca de cada uma delas vale mais que todo o patrimônio que possam ter.

O ranking segue com IBM – US$ 43 bilhões, Google – US$ 39,7 bilhões (registrando aumento de 450% desde 2005), McDonald’s – US$ 35,9 bilhões, General Electric – US$ 33,7 bilhões, Marlboro – US$ 29,1 bilhões, Intel – US$ 28,6 bilhões e Nokia – US$ 27,4 bilhões, a décima colocada. Da lista das 50 empresas mais valiosas, 30% são da área tecnológica.

Na segunda-feira: A primeira vez ninguém esquece!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Red Bull: a bebida que virou estilo de vida

Na foto: Dietrich Mateschitz vende 60 milhões de latas por ano no Brasil

Um “case” de marketing tão excêntrico quanto seu proprietário - Dietrich Mateschitz - faz o produto Red Bull vender cerca de 4 bilhões de unidades de latinhas azuis por ano e faturar perto de € 2,5 bilhões em todo o mundo. Estratégia de marketing da Red Bull é considerada um dos cases mais interessantes capaz de transformar uma bebida à base de taurina em um estilo de vida. Pra começar, a empresa tem apenas um produto (o energético em quatro versões: energy drink, sugar free, cola e energy shots) criado em 1984 e utilizou apenas um slogan em todo o planeta. Para cuidar exclusivamente do marketing, a Red Bull terceiriza a fabricação do produto – a cargo da indústria de sucos “Rauch”, na Áustria, país, como se sabe, sem saída para o mar.

A Red Bull começou a crescer quando foi adotada a estratégia de investir pouco em publicidade convencional e gastar os tubos para identificar a marca com esportes pra lá de radicais. Além disso, em nosso país, por exemplo, evitou-se associar o consumo do energético com bebidas alcoólicas – hábito tipicamente brasileiro - mas vender a imagem de um produto esportivo, ingerido em situações de grande vibração e energia. A estratégia deu certo. Hoje, a marca patrocina centenas de atletas e está identificada com esportes que requerem ação e adrenalina como a fórmula 1, desafios de montanha, motociclismo, esportes aéreos e aquáticos e bike parkour (algo como percorrer o mobiliário urbano de bicicleta) entre outros, além de gastar 35% de seu faturamento em ações de marketing.
Para o futuro, as asas as Red Bull (esse trocadilho era inevitável) estão apontadas para a África, Rússia, Índia e Japão. A despeito da crise econômica mundial que atingiu o planeta no ano passado, a empresa está em 160 países e emprega 6.900 pessoas. Dados consolidados de 2008 apontam crescimento de 43% no mercado asiático, 32% na França, 30% no Brasil e 18 % na Alemanha. No Brasil, são vendidas mais de 60 milhões de latas por ano. Mateschitz, de 65 anos, está na lista dos 200 mais ricos da revista americana Forbes. Nada mal...