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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Logo Rio 2016: E aí? É plágio ou não?




Marca da Rio 2016 é vista como plágio

A marca das Olimpíadas Rio 2016 já provoca polêmica. Depois de elogiada pelos executivos do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Olímpico Internacional (COI), a logomarca – que mostra pessoas de mãos dadas formando a imagem do Pão de Açúcar, símbolo da cidade – é vista como muito parecida com a marca da ONG norte-americana Telluride Foundation (logo acima). Outros enxergam semelhança com o quadro “A Dança” de Matisse (tela também reproduzida acima). Em português claro: pode ser plágio. As primeiras acusações de cópia surgiram na internet, especialmente no Twitter.

Aprovada em setembro passado e mantida em absoluto sigilo desde então, a logo foi apresentada durante a virada do ano na praia de Copacabana e impactou pela leveza, simplicidade e, principalmente, por permitir sua reprodução tridimensional. A marca foi criada pela empresa Tátil Design e superou outras 139 agências que entraram na disputa. Além da Tátil, outras sete empresas - Brainbox Design (PR), Dupla Design (RJ), Future Brand (SP), Gad Design (SP), Soter Design (RJ), Studio Lúmen (PR) e Vinte Zero Um (RJ) - ficaram entre as finalistas. As Olimpíadas são um evento patrocinado pela Coca-Cola.

O brasileiro, que já detestara a marca da Copa do Mundo de 2014 (que lembra o médium Chico Xavier em transe), está desconfiado da marca das Olimpíadas no Rio de Janeiro. O que você acha? É plágio ou não?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Brasília é a maior limpeza!


Refrigerante e sanduíche a R$ 21? Só em Brasília

Mal começam o ano e o novo governo e lá vem escândalo. As contas do Réveillon da Esplanada dos Ministérios em Brasília estão sob suspeição. Além dos altos cachês pagos aos artistas, também pode ter havido superfaturamento nos lanches comprados para a festa. O valor das despesas chega quase a R$ 7 milhões.

A 6ª promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público investiga. O Governo Federal gastou R$ 6,8 milhões com as apresentações musicais. Só o show da virada com a dupla Fernando e Sorocaba – já ouviu falar? - custou a bagatela de R$ 400 mil. Dinheiro que saiu do meu bolso, da sua carteira e da bolsa daquela ali. Também existe a suspeita de superfaturamento nos lanches comprados para a festa: refrigerantes com sanduíche a R$ 21 e garrafas de água mineral a R$ 4.

Mas tenha certeza: isso também não vai dar em nada...

Nuzman não engole Coca-Cola

É isso mesmo. Já tem um tempo que o prresidente do Comitê Olímpico Brrasileirro, Carrlos Arrthur Nuzman, não aturra a companhia de Atlanta, da mesma forrma que a emprresa não engole o executivo do esporrte brrasileirro que tem a língua prresa.

Um dos motivos pode serr que a patrrocinadora do Comitê Olímpico Interrnacional (COI) queirra darr "pitacos" na orrganização das Olimpíadas 2016 no Brrasil. E Nuzman, como se sabe, acha interrferrência uma coisa horrorrosa. Ou coisa parrecida... Imagine uma converrsa entrre o Nuzman e o João Havelange que também gosta de dobrrarr os “erres”...

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Rock and Roll: pedra fundamental

Começa o "rock and roll" no Rock in Rio

No lugar onde daqui a 284 dias explodirão guitarras, baixos, baterias, canhões de luz e o grito da galera, hoje o barulho fica por conta de tratores, ferramentas pesadas, britadeiras e o grito da peãozada. Começaram as obras para a construção da Cidade do Rock - não ficará pedra sobre pedra. Literalmente, um "rock and roll". No dia 9 de dezembro, também conhecido como "quinta passada", foi lançada a Pedra Fundamental do evento. Nos próximos dias, as pedras vão rolar - mas não no sentido figurado. Vai ser obra em todo o canteiro.

A vice-presidente da festa Roberta Medina segue a linha de pensamento do pai - o empresário Roberto Medina - e dispara: "É uma festa sim, mas também é economia, turismo e promoção internacional. 60% do total de Rock in Rio Cards foram vendidos para outros estados, o que vai gerar um impacto direto na hotelaria e no turismo da cidade", diz a moça contabilizando a potencial bufunfa da coisa. Muito bem, Robertinha, aprendeu direitinho as lições do papai...

Como em todo lançamento importante não faltaram os discursos chatíssimos e redundantes de gente redundante e chatíssima como o prefeito Eduardo Paes e o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman que, pra piorar, ainda tem a língua "prresa".

O evento tem a Coca-Cola como um de seus patrocinadores. A prefeitura vai investir R$ 37 milhões nas obras, que devem ser finalizadas em nove meses, sendo os últimos três dedicados a preparar a área para receber o festival. Tomara que não surjam escândalos na Cidade do Rock como os da "Cidade da Música" - do roqueiro careca César Maia - que Deus o tenha. Em breve. Aliás, arrisco dizer que "Cesinha" só não toca guitarra porque rói as unhas até o sabugo.


Light e Zero na Índia vão usar adoçante Stevia


A agência de saúde da Índia não deixa a coisa correr solta como a Anvisa faz por aqui. A Food Safety and Standards Authority of India determinou aos fabricantes o uso do adoçante Stevia em seus produtos Light ou Zero comercializados naquele país. Enquanto isso, por aqui, a gente vai consumindo mesmo os produtos adoçados com fenilalanina (não recomendado para gestantes) e o ciclamato de sódio - este último, disfarçado pela sigla E 952 - que é cancerígeno mesmo.

Já a stevia é um adoçante natural derivado da planta de mesmo nome, largamente usado nos refrigerantes da Europa e dos Estados Unidos. Como a stevia é um adoçante mais caro, corre um lobby forte para que a novidade não chegue tão cedo ao Brasil. Traduzindo em bom português: ninguém está disposto a mexer no bolso por causa da saúde do consumidor daqui, do lado de baixo do equador.